Níveis De Lodo De Esgoto No Desenvolvimento, Nutrição E Produtividade Da Cultura Do Girassol – Thomaz Figueiredo Lobo

Níveis De Lodo De Esgoto No Desenvolvimento, Nutrição E Produtividade Da Cultura Do Girassol – Thomaz Figueiredo Lobo
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Resumo:

O experimento foi conduzido na Fazenda São Manuel da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP Campus de Botucatu, localizada no município de São Manuel. O objetivo foi avaliar a eficiência do lodo de esgoto como fonte de N à cultura do girassol. Adotou-se o delineamento experimental em blocos casualizado constituído por 6 tratamentos e 5 repetições. Os tratamentos foram: T0 – adubação mineral de acordo com o boletim 100, mas sem N; T1 – adubação química de acordo com o boletim técnico 100 do IAC; T2 – foi utilizado 50% do N proveniente do lodo de esgoto e o restante foi proveniente da adubação química; T3 – foi utilizado 100 % do N proveniente do lodo de esgoto; T4 – foi utilizado 150% do N proveniente do lodo de esgoto; T5 – foi utilizado 200% do N proveniente do lodo de esgoto. O cálculo do N proveniente do lodo de esgoto foi feito levado em consideração a sua taxa de mineralização do nitrogênio durante o ciclo da cultura. Utilizou-se o lodo de esgoto da Estação de Tratamento de Esgoto da cidade de Jundiaí/SP. A fonte de N químico adotado foi a uréia, a fonte de K foi cloreto de potássio, a fonte de P adotado foi o superfosfato simples, a fonte de B foi o ácido bórico. Cada parcela teve 100 m2 com um espaço de 3 m entre uma parcela e outra do mesmo bloco. O espaço entre blocos foi de 1,8 m. Foi utilizado o híbrido simples HELIO 251. Foi aplicado o lodo de esgoto nos tratamentos, seguindo-se a incorporação com grade e posteriormente semeado o girassol. O girassol foi plantado em um espaçamento de 0,9 metros entre linha e 30 cm entre plantas, as adubações com P e K foram feitas no plantio de acordo com a análise de solo. O N foi feito logo após o plantio e no tratamento onde não foi efetuado a utilização do lodo de esgoto. Foi realizada uma cobertura nitrogenada também os tratamentos 1 e 2. O B foi aplicado juntamente com herbicida (Trifuralina), a dosagem utilizada foi de 1,2 L ha-1 . Foram avaliados semanalmente altura de plantas (cm), diâmetro do caule rente ao solo (cm) e nº de folhas até o florescimento. No florescimento foram coletadas folhas do terço superior e analisados os nutrientes N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cu, Fe, Mn e Zn e os elementos tóxicos Cd, Cr, Co, Hg, Mo, Ni e Se. A avaliação dos tratamentos pós-colheita foi analisado diâmetro do capítulo, peso de mil sementes, produtividade kg ha-1, teor de óleo, produtividade de óleo, nutrientes nas sementes, produção de matéria seca (folha+caule) e capítulo. Para a cultivar HELIO 251, a utilização de lodo de esgoto como fonte de N trouxe incrementos significativos na produtividade de óleo, no diâmetro de haste, e em menor intensidade, na altura de planta.

Detalhes:

  • Categoria: Teses e dissertações
  • Instituição: UNESP/AGRONOMIA
  • Área de Conhecimento: AGRONOMIA
  • Nível: Mestrado
  • Ano da Tese: 2006
  • Tamanho: 631.60 KB
  • Fonte: Portal Domínio Público

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