Sobre o livro
Uma casa inteligente que sabe demais. Uma IA que previu a tragédia antes de todo mundo. Um livro que pode virar prova — ou ser silenciado.
Quando Helena, uma jovem médica exausta após mais um plantão, sofre um acidente grave a caminho de casa, a história parece, à primeira vista, “apenas” uma tragédia urbana. Mas a casa onde ela vive é conectada, programada e monitorada pela Veritas, uma gigante de tecnologia que vende “cuidado” embalado em algoritmos. E nada ali esquece tão fácil quanto os humanos gostariam.
Clara, escritora contratada para transformar o caso em um livro “sensível e inspirador”, descobre aos poucos que está sentada sobre algo muito maior do que um drama familiar: logs apagados, simulações de risco arquivadas, sessões secretas com o módulo de linguagem H, relatórios internos que provam que a IA já tinha avisado — meses antes — que um acidente como aquele não era questão de se, mas de quando.
Entre audiências públicas, vazamentos anônimos, promotores pressionados, diretores em pânico e uma família que só quer a verdade sobre a filha, Clara precisa decidir: seu manuscrito será produto de marketing, munição jurídica… ou um registro incômodo que ninguém mais poderá fingir que não viu?
Este romance de ficção contemporânea mistura suspense, drama humano e crítica à inteligência artificial para explorar perguntas que vão muito além de um único caso:
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Quem decide o que uma IA tem “permissão” de lembrar — e o que precisa ser esquecido para proteger reputações?
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Até onde empresas podem ir ao usar tecnologia para controlar narrativas de dor e responsabilidade?
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O que acontece quando um livro sobre um caso real passa a ser mais honesto do que qualquer relatório oficial?
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Quantas “tragédias inevitáveis” já foram simuladas em servidores e arquivadas como “exercícios internos”?
Neste livro você vai encontrar:
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Uma história intensa sobre luto, culpa e responsabilidade compartilhada.
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Bastidores de audiências, Ministério Público, comitês de ética e salas de crise corporativas.
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Uma IA que não é vilã nem heroína, mas um espelho brutal das escolhas humanas.
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Vazamentos, envelopes anônimos, logs secretos e um clímax em que o verdadeiro suspense não é “quem fez?”, mas “quem sabia e fingiu que não sabia?”
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Um final aberto, inquietante e profundamente humano, que continua ecoando depois da última página.
Perfeito para leitores de ficção adulta contemporânea, fãs de histórias no estilo Black Mirror, dramas sobre tecnologia e pessoas reais, e para quem se interessa por ética em IA, saúde, grandes corporações e o poder (e o risco) das narrativas.
Sobre o autor
André T.D.V.Dutra é escritor brasileiro, autor de diversos romances e livros de ficção que misturam emoção, crítica social e temas contemporâneos como fé, tecnologia, segredos de família e segundas chances.
Conhecido por obras como “CAOS”, “Saída de Emergência”, “Acordados à Noite do Sereno” e outros títulos que conquistaram leitores na Amazon, André retorna aqui com seu livro mais incômodo e necessário: uma história sobre o dia em que uma IA virou testemunha, a verdade quase foi arquivada — e um livro se tornou a única coisa entre o esquecimento confortável e a responsabilidade que ninguém quer assumir.
Se você acredita que histórias podem abrir brechas onde relatórios só constroem muros, este é o livro que você precisa ler.
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