Sobre o livro
Anarquismo Lúdico narra as descobertas de Tito, um menino que vê no desenho livre e nas cores um caminho para a liberdade. Entre cores e formas, ele inventa um método onde a arte não é regra, mas jogo — um convite para soltar a mão e a imaginação, para que cada traço seja um ato de criação autêntica.
Tito não queria apenas desenhar o mundo — queria recriá-lo, com a ousadia de quem acredita que o belo pode surgir do improvável, de linhas soltas, de brincadeiras e até daquilo que, sem pensar muito, chamamos de “feio”.
Do avô Getúlio, herdou a reverência pela tinta como quem honra o sangue das histórias. Da avó, recebeu as palavras e os mundos secretos das narrativas sussurradas ao pé da cama. Com as crianças, soltou o riso e fez da criatividade o roteiro de sua vida.
Este livro também nos convida a lembrar que a infância é um território livre; a arte, um gesto de liberdade; a criatividade, uma semente que pode se transformar em árvores frondosas. Aqui, o anarquismo não queima bandeiras — espalha tintas, colore os muros, celebra as cores e alimenta os sonhos.
É pura brincadeira. Que ao abrir estas páginas, o leitor reencontre o menino (ou a menina) que um dia sonhou em atravessar um arco-íris. Porque, talvez, este livro seja isso: um arco-íris de papel — feito para ser atravessado.
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