Civilização 2.0: por que estamos sendo obrigados a imitar as formigas?

Por Carlos Nepomuceno

Sobre o livro

Alguns depoimentos dos bimodais, disruptores, que me ajudaram ao longo da pandemia a escrever este livro:

“Os sapiens bimodais assopram sobre ‘brasas’ midiáticas das civilizações que os precederam, deixando rastros epistemológicos para novas fogueiras das civilizações que os sucederão.” Thereza Rodrigues — Educadora bimodal

“Civilização 2.0 apresenta o ferramental epistemológico para que cada indivíduo seja capaz de estruturar sua visão e revisão da interpretação da história.

Ele me apresentou uma nova compreensão da estruturação das relações causais antropológicas históricas e dos limites tecnoculturais, permitindo-me reconstruir minha consciência e minha conceituação sobre a relação do homem com a tecnologia.

Com Civilização 2.0, trocam-se constatações por entendimentos causais com recorrências históricas, levando assim a um novo patamar de compreensão da nova civilização e da civilização em geral.” Augusto Borella — Primeiro head de transformação digital da Petrobras e head do produto Intelie na Viasat

“O texto de Civilização 2.0 é a explicitação da narrativa que está fundamentada na macro-história, de forma a estudar os acontecimentos do passado e comportamentos sociais, para então definir as melhores estratégias que sustentem a nova civilização que chamamos de digital.” Rodrigo Noli da Silva Marques — Operation and Business Development Senior Manager

“Somos um lugar plural onde o pensamento filosófico ergue conceitos que transformam nossa realidade.” Fernando Potsch — CEO Seniortech Ventures

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