Sobre o livro
O transe está na origem da arte – e do sagrado: da linguagem.
A linguagem surge, primeiro, do gesto mais simples: o de apontar.
Apontar é um gesto repleto de intenções.
Intenções, ora de clarezas “cristalinas”.
Ora de intenções difusas.
Ora, intenções claras entre confusões, ora confusas entre clarezas…ora obtusas – crise.
Sempre plena de sentidos.
(…)
Em transe, o homem entra em sintonia com o universo e com toda a vida – e se gratifica.
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