OS 7 PECADOS CAPITAIS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO–FILOSÓFICA
Por José Anastácio de Sousa AguiarSobre o livro
A ideia de hierarquizar os pecados considerados mais perigosos surgiu com os monges das comunidades monásticas do norte da África no século V d.C. O objetivo inicial voltava-se para a importância de identificar e superar os vícios mais danosos.
A conceituação ganhou importância e foi adotada posteriormente pela cúpula da Igreja, sendo utilizada na pregação oficial desde então.
Passados dezesseis séculos os vícios capitais (soberba, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria) continuam gerando especulações e controvérsias, em especial no que se refere à forma adequada de lidar com o pecado.
A sociedade atual em muito difere daquela do início da era cristã, entretanto os vícios parecem ser os mesmos, notadamente se considerarmos a relevância dada à cultura do “ter” em detrimento das necessidades do “ser”.
O livro apresenta a evolução do conceito dos Sete Pecados Capitais na história, destacando o modo como os grandes pensadores da Igreja e filósofos o viam, dando ênfase a temas complexos e pouco explorados como a relação entre virtude e vício, a vida após a morte, a salvação da alma, o relativismo, a relação entre filosofia e religião e, principalmente, o modo como os mais destacados pensadores das religiões, crenças e da filosofia entendiam ser o ideal para lidar com os pecados.
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