Amores Que Ainda Não Me Mataram (Todos os Amores que…)
Por Beatriz BarsottiSobre o livro
Dividido em 4 atos, aos quais são insuficientes para falar de toda a intensidade depositada em cada forma de amor, tão linda e trágica, que eu já conhecemos. A intensidade é uma dádiva que eu não pedi e me foi dada, e a mesma que me faz respirar todo santo dia, é a que faz eu me sentir morta em vida, em instantes.
Ser 8 ou 80 nunca foi um problema se a nossa sociedade só sabe receber atenção de 30 segundos, num vídeo passageiro do instagram ou tiktok.
Talvez o “amor” já tenha cometido o assassinato de anular a si mesmo, afinal buscamos mais de nós nos outros e validação externa do que na frente de um espelho. Como posso querer ajudar os outros ou amar tanto quanto posso, se não faria o mesmo, ou o mínimo por mim?
- Um dia meu amor exagerado me mata.
- O que é o Amor ou o que ele deveria ser?
- Quando me jogou no fundo do poço?
- Me reconstruí ou sigo me enganando em mentiras fajutas?
- Quantas vezes mais vou girar nesse looping?
Isso é, se já não matou-me em vida e eu não percebi, e agora eu estou bem e “segui em frente”, como peças de lego me reconstruí….Ou só estou sempre juntando os cacos de quem já fui um dia…!?
Qual amor [quase] te matou?
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