Sobre o livro
Quando se fez versos, o sentir-estetizar de Giovana Schneider se assumiu mulher, se fez brisa e dor, se fez esperança… Alforriou-se das rimas e dançou sobre a mesa de bar e também na calmaria de um pôr de sol à beira-mar, no eco de uma risada larga e gostosa.
Registrou momentos e eternizou perceberes, intuíres. Nas incompletudes, marcou seu território. Afinal, o que é a vida senão reticências, à espera do devir, do vir a ser? Ler os poemas de Giovana Schneider é relaxar um pouco.
É soltar o nó da gravata, caminhar descalço na grama do parque, aceitar como poesia que não temos controle de tudo, apesar de podermos (e devermos) sonhar.
A verdade expressa em seus poemas tem jeito de primavera, final de tarde, pandeiro e gente bamba, que varre a madrugada de alegria, mas que levanta cedo no outro dia e mostra pra vida quem é mesmo que manda. Que verdades um verso compreende? Ou explica? Até se justifica, às vezes, quando necessário?
A resposta está no momento, nos poemas de cada momento. Desejo uma boa leitura! Deguste! Aproveite!
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