MARTA CAROÁ — A MULHER QUE DESLIGAVA SATÉLITES: Pós/Punk / Horror/Espacial / Agrestupinipunk/3.0

Por Iram F. R. Bradock

Sobre o livro

“Marta Caroá… Dizem que ela fez o céu piscar… Dizem que ela ensinara máquinas a morrer… Dizem que, quando ela olha para cima, até os satélites tremera”.

“Soldados Orbitais e New/Fuzileiros Espaciais descera sobre o Cyber/Agreste para eliminar qualquer ameaça ao new/sistema… E acima de todos, algo maior observara… Algo que nascera da Colisão Hélios…”

*** PREFÁCIO:

O céu nunca mais fora confiável… Houvera um retro/tempo em que olhar para cima significava procurar chuva, estrela cadente ou promessa divina. Hoje, olhar para o céu é encarar máquinas, frias, vigilantes, onipresentes. Satélites que não apenas observara, mas decidira. Julgara.

Controlara… Depois da Colisão Hélios, o New/Nordeste deixara de ser apenas geografia. Tornou-se território experimental.

Um laboratório aberto onde new/fé, tecnologia e desespero foram misturados sem protocolo… O Agreste/Sertão de Pernambuco virara fronteira de um mundo novo, ou do new/fim dele… Chamaram isso de new/progresso… Mas o proto/povo deu outro nome: Maldição Orbital… E no meio desse cenário rachado, entre antenas tortas, carcaças de drones e igrejas que vendem milagres por QRCode, surgira uma mulher… Ex/professora… Ex/cidadã… Ex/silenciosa… Marta Caroá… Dizem que ela fez o céu piscar… Dizem que ela ensinara máquinas a morrer… Dizem que, quando ela olha para cima, até os satélites tremera.

Essa é a história dela… Ou o que sobrara para contar.

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SINOPSE:

No universo fragmentado do Agrestupinipunk 3.0, o New/Nordeste Separatista, agora conhecido como Hy Brasil Interior, vivera sob o domínio de corporações orbitais e da Liga Sino-Atlântica, que controlara clima, comunicação e até new/crença religiosa através de redes satelitais… No coração desse new/sistema está a Corporação Atlas, responsável por manter a infraestrutura orbital que sustentara o controle global.

Ao lado dela, a AtmosSyn manipula o clima e transmitira frequências de new/fé digital, lideradas pela figura enigmática do Padre Elétron… Mas nem todos aceitam viver sob o céu programado… Marta Caroá, ex/professora de física especializada em eletromagnetismo, descobre uma falha no new/sistema: uma forma de interferir diretamente nos satélites usando tecnologia improvisada e princípios esquecidos da física analógica… Após um evento traumático envolvendo experimentos orbitais ilegais, ela desaparecera dos registros oficiais e ressurgira como líder insurgente… Agora conhecida como “A Mulher que Desligava Satélites”, Marta conduzira um pequeno grupo de rebeldes através de estações abandonadas, feiras tecnológicas clandestinas e zonas mortas de sinal… Ao seu redor: Neco Ferrugem, sucateiro de circuitos e ouvinte das frequências mortas… Mara Byte, hacker mística que invade new/sistemas como quem realiza rituais… Catadores de Frequência, fanáticos que acreditam que ondas de rádio são espíritos aprisionados… Enquanto isso; Soldados Orbitais e New/Fuzileiros Espaciais descera sobre o Cyber/Agreste para eliminar qualquer ameaça ao new/sistema… E acima de todos, algo maior observara… Algo que nascera da Colisão Hélios… Algo que talvez nunca tenha sido humano… Entre transmissões fantasmas, desertos eletrificados e new/cidades transformadas em relíquias vivas, Marta descobrira que desligar satélites pode não ser suficiente… Porque o verdadeiro new/sistema… …Já não está mais no céu.

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MARTA CAROÁ — A MULHER QUE DESLIGAVA SATÉLITES Pós/Punk / Horror/Espacial Agrestupinipunk 3.0 Autor: Iram F. R. “Bradock”

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