KISH: FINAL DO LABIRINTO

Por João Moura Júnior

Sobre o livro

A ilha de Kish é retratada nessa trama, com a pura intenção de apresentar um romance, com muitos mistérios e ação, mostrando a vida, como um grande labirinto de entradas e saidas, idas e vindas, palavras e gestos repetidos, são frases de impácto, e algumas com cores.

São amores trocados, e na maioria das vezes lutamos para não nos perdermos nessa troca, esquecidos e lembrados! São sonhos e versos em cada casa. São jogos perdidos, vencidos. São histórias iguais, únicas. A vida são sentimentos fortes, fracos, energias boas e más!

São memórias do tempo, saudades guardadas, escritas e faladas. A vida são pedacinhos significativos que complementam a sua beleza, são sorrisos inocentes, são perigos eminentes, ruas com diferentes caminhos… Vem sempre com o sol, vai sempre com a lua, caem as chuvas, surge o frio.

Entre uma estrada e outra, um tropeço, uma queda. E quando caimos precisamos saber nos levanter, e nesse sobe e desce; tudo se vive, acontece. Se não deu, tenta mais uma vez; se não viveu, há uma nova chance de se viver. Será? Kish é um roteiro de um filme sem produção.

Podemos ter uma noção do inicio e do meio, mas não sabemos o final, pois a vida contibua.

Por isso, faça agora, cante, chore, dance, ria, divirta-se, saia com a sua família, faça valer o dia, fale de progressos, construa boas amizades, valorize os seus entes queridos, os velhos sempre terão algo a ensinar, eles viram você nascer, terá que ser sempre uma prioridades.

Os jovens devem saiber valorizar a vida e com tudo isso viva intensamente, antes que a “cortina do seu espetáculo” se feche e a “peça da sua vida” termine sem os devidos ou merecidos aplausos.

A ilha de Kish, representa apenas o final de um labirinto, com todas as anuâncias que houveram, para que Eleinad e Aruom pudessem protagonizar um novo espetáculo, roterizando as suas vidas, com um novo início.

Essa é a melhor definição, uma história cheia de caminhos, curvas, e retas, mas principalmente de caminhos… Sempre nos perguntando por qual seguir, um verdadeiro labirinto, onde cada caminho escolhido é uma mudança na vida, onde a curva e as paredes do labirinto, não permitem ver onde vai dar.

Seria bom se a vida fosse feita por várias estradas, mas que pudéssemos ver o desvendar delas, e prever o que íamos passar, ao escolhermos tal caminho. E assim, poderíamos escolher o que trouxesse só felicidade, amor e sucesso, aquilo que realmente nos traquilizasse… Mas a vida é um labirinto…

E como labirinto, ela é cheia de caminhos, repleta de curvas e paredes tortas. As curvas e as paredes tortas não nos permitem ver o que nos espera, mas e então? O que fazer quando escolhemos o caminho errado?

O bom do labirinto, é que o caminho escolhido, sempre tem volta, e se tem volta, basta olhar pra traz. E ter coragem suficiente, para enfrentar tudo novamente.

E voltando atrás, a nova dúvida vai surgir, mas com sabedoria, e o melhor caminho será seguido.Precisamos lembrar, que já andávamos no caminho certo… E resolvemos nos arriscar num caminho desconhecido, por simples desejo do que é diferente.

Hoje andamos em caminhos desconhecidos, e com medo de voltar. O caminho de volta ainda está bem claro, e ainda há vestígio de nossa viagem até aqui, porém noto que esse caminho logo vai se fechar, e a escolha que fizemos lá atrás, logo vai deixar de existir.

Cuidado, no labirinto da vida só existe um caminho livre a seguir, fruto de suas escolhas. Onde o errado poderá te aprisionar para sempre em um mar de decepções. Corra ainda dá tempo! A sua chance de um novo início pode ser em Kish.

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