ALHURES

Por Vinicius de Souza

Sobre o livro

ALHURES — Vinícius de Souza

Alhures é uma coletânea de poemas que nasce dos intervalos da vida — aqueles momentos suspensos entre o semáforo amarelo e o vermelho, entre a dor que persiste e o silêncio que a acolhe.

Com sensibilidade aguçada, Vinícius de Souza transforma o ordinário em extraordinário, revelando a poesia escondida nos gestos mais simples do dia a dia.

Neste livro, você encontrará versos que transitam entre a penumbra dos sentimentos mais íntimos e a luz que irrompe quando reconhecemos, no banal, as marcas do eterno.

Uma partida de xadrez se transforma em dança poética em “Mate em Vermelho”; o movimento dos carros nas ruas revela o ritmo do sangue nas veias em “Trânsito”; e até mesmo a dor encontra sua forma de beleza ao filtrar o essencial do trivial em “A Forma do Vazio”.

O que você vai encontrar:

  • Poesia do cotidiano: textos que celebram o orvalho sobre a folha, o bater de asas de um passarinho, o movimento das formigas enfileiradas — pequenos milagres que passam despercebidos na correria do dia a dia.
  • Celebração do amor: Poemas como “Verdes-Fogo”, “O Que Há de Mais Belo no Mundo” e “Espaço-Tempo” exploram o amor em suas dimensões mais profundas, revelando como a presença do outro transforma e dá sentido ao mundo.
  • Inquietação espiritual: Em “Alhures”, o poeta expressa a busca do coração humano por transcendência, o anseio por algo maior que habita dentro, mas é procurado do lado de fora.
  • Enfrentamento da dor: com honestidade visceral, o livro não foge do sofrimento.

Em “2020”, um testemunho poderoso sobre depressão, e em outros poemas, a dor é acolhida como parte necessária da experiência humana, transformada em linguagem e resistência silenciosa.

  • Beleza nas coisas simples: desde uma mulher na ponta dos pés esperando o ônibus até uma aranha na piscina, o poeta encontra graça, humor e poesia nos detalhes que compõem a vida.
  • Um convite à contemplação

    Alhures convida o leitor a uma pausa, a um olhar mais demorado sobre o que, na pressa contemporânea, passa invisível. Estes poemas sussurram haver mistério no gesto de abaixar a cabeça, beleza no som de uma gota que cai, e que talvez seja exatamente aí — no mais simples, no mais próximo — que reside o mistério maior da existência.

    “Nada seria belo se você não existisse” — este é apenas um dos muitos ecos que permanecerão com você após virar a última página.

    28 páginas ISBN: 978-65-01-72876-6 Edição do Autor: 2025

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