AGRESTE ESTÁTICO: [Pós/Punk | Agreste | Horror Fantasia | Digital]

Por Iram F. R. Bradock

Sobre o livro

“O vento seco passara pelos mandacarus luminosos fazendo um barulho parecido com rádio mal sintonizado…”

“Quando o silêncio desaparecer do mundo, o Santo Estático abrirá os olhos.”

“New/sistema reiniciando… New/sistema reiniciando… New/sistema reiniciando…”

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Sinopse:

Depois do colapso das new/redes globais de comunicação e da queda das megacorporações tecnológicas, o interior do New/Nordeste de hy/brasileiro tornara-se um território estranho conhecido como Agreste Estático… Antenas de telecomunicação apodrecera nos morros… Satélites mortos continuara enviando sinais fantasmas… E rádios antigos captam vozes que não pertencera mais aos vivos… No meio desse deserto elétrico existira uma new/região proibida chamada Zona de Interferência, um lugar onde as ondas de rádio parecem possuir consciência… Dizem que ali nascera uma entidade feita de ruído, memória digital e sofrimento humano e pós/humano… Alguns a chamara de Santo Estático… Outros acreditara que seja apenas um erro eterno dentro da new/rede morta… Quando Baltasar Ferrador, um mecânico de transmissores e ex/cangaceiro tecnológico, começara a ouvir uma voz dentro de um rádio de válvula encontrado nas ruínas de Caruaras/3.0, ele descobrira algo impossível: a voz conhecera seu retro/passado… E afirmara que o mundo nunca saíra da new/rede.

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Prefácio:

A Bolha do Cyber/Agreste sempre fora um lugar de new/resistência… Resistência contra a seca intética… Contra o abandono… Contra o silêncio imposto pelos centros do poder… Mas quando o mundo digital caíra, quando as new/redes globais se quebrara e os satélites começara a cair do céu como estrelas mortas, o Agreste/Sertão não desaparecera… Ele se transformara… As velhas torres de telecomunicação virara monumentos de ferro enferrujado… Cabos subterrâneos começara a emitir descargas estranhas… Rádios de pilha voltara a funcionar sozinhos… Os sobreviventes começara a perceber algo perturbador: as máquinas estavam lembrando das pessoas… Memórias digitais, vozes, imagens, fragmentos de consciência, ficara presas dentro da new/rede quebrada… E lentamente… Começara a falar… O fenômeno ficara conhecido como: AGRESTE ESTÁTICO.

Um território onde o retro/passado, a tecnologia e o sobrenatural passara a dividir a mesma frequência.

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AGRESTE ESTÁTICO [Pós/Punk Agreste Horror Fantasia Digital] Autor: Iram F. R. “Bradock”

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Capítulo Único: A Voz na Frequência Morta:

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