A duração da pessoa: Mobilidade, parentesco e xamanismo mbya (guarani)

Por Elizabeth Pissolato

Sobre o livro

Em formato de prédicas morais, esta obra – que pode ser considerada uma das pioneiras, na Era Moderna, entre as definidas hoje como de auto-ajuda – emerge em meio à efervescência criativa que caracterizou os meados do século 18, num contexto de ascensão da corrente filosófica moralista e aforismática na Inglaterra e na França.

De autoria controversa, o livro foi escrito supostamente por Philip Dormer Stanhope, Conde de Chesterfield (1694-1773), Robert Dodsley (1704-1764) e John Hill (1716-1775).

A introdução à edição original, aqui reproduzida, porém, o atribui a um sábio brâmane, cogitando ainda que poderia ser a obra de Confúcio – era recurso comum na época imputar a autoria de textos de caráter filosófico a exóticos pensadores orientais, cujo olhar distante virtualmente contribuiria para iluminar o cenário europeu.

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