A alfabetização de crianças com diagnóstico de deficiência intelectual: o direito à diferença

Por Regina Célia Fernandes Perpetuo

Sobre o livro

A alfabetização de crianças com diagnóstico de deficiência intelectual – O direito à diferença – na concepção do título desta obra, fazemos uma reflexão sobre a normalidade imposta pela sociedade, incutida nos valores humanos através do poder.

Este conduz o indivíduo a considerar que o que é diferente é anormal, é deficiente (não eficiente), é o outro do mal, o que aprende mal, o que lê mal, o que se representa mal.

Desta forma, embora legalmente se reconheça a diversidade, está subjacente a negação, a rejeição do que é diferente, do que não está de acordo com a normalidade, isto é, a imposição da mesmidade.

Essa realidade é desvelada ao adentrarmos na instituição “escola” e observarmos a cultura da normalidade, o que dificulta as relações e o acesso aos saberes e diminui o aluno que não está dentro dos padrões impostos pela sociedade.

Nasce daí minha preocupação em garantir o direito a todos os alunos de ter uma educação de qualidade.

Diante do exposto e inquietada com as dificuldades encontradas na educação, como mãe e professora de pessoas com deficiência intelectual, desenvolvi pesquisa para que pudesse acompanhar a aprendizagem de crianças com diagnóstico de deficiência intelectual e identificar percalços e avanços nesse processo e propor intervenções embasadas nas referidas análises e nos estudos sobre o referencial teórico.

Nesta obra eu apresento a referida pesquisa.

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