Poupança e Financiamento da Economia Portuguesa

Por Luís Aguiar-Conraria, Pedro Bação e Miguel Portela Fernando Alexandre

Sobre o livro

«As crises, como a da economia portuguesa, que resultam de diminuições da poupança tendem a originar recessões mais graves e recuperações mais lentas do que as crises em que o endividamento resultou de aumentos do investimento. Neste livro, os autores analisam as causas da diminuição da taxa de poupança, que desde o início dos anos 2000 se situa entre as mais baixas do mundo.

Apesar da baixa taxa de poupança das famílias, foram as elevadas necessidades de financiamento do Estado e das empresas que estiveram na origem do endividamento externo, que conduziu ao resgate pela troika.

Num contexto de elevado endividamento, de incerteza nos mercados internacionais e de redução e envelhecimento da população, uma baixa taxa de poupança constitui uma severa restrição à capacidade de financiamento do investimento, condição sine qua non para um regresso sustentado do crescimento económico. Por essa razão, são também discutidas medidas para estimular a poupança.»

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