Sobre o livro
O poeta cita gestos cotidianos de pessoas conhecidas que se cumprimentam: “Ergue a mão, mexe a cabeça, olha apenas/ Gente passa e sempre me cumprimenta”. (…)
Para o poeta o ser cabe num “aceno” – e cada indivíduo representa a humanidade em geral (“eu a todos/Soo”) e uma civilização em particular: (…)
“Os tenho na alma e a alma se volta e acena” – esse único verso diz tudo.
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