Sobre o livro
SINOPSE
Tempo perdido é um romance urbano e histórico, ambientado durante o governo João Goulart, que narra com sutileza e perspicácia a cadência de acontecimentos que culminaram no golpe de estado de 64.
Suas personagens interagem com esse processo histórico sem deixar de lado as intrínsecas e complexas relações do ser.
Elas são densas, tendo que lidar com preconceitos, dilemas e desafios que a vida lhes impõe, sempre através de um olhar sensível e às vezes cheio de ironia e acidez em relação ao mundo e a sociedade brasileira.
Para complementar todo esse cenário, a trama se entrelaça com o interesse mordaz de uma mineradora norte-americana sobre uma antiga mina de ouro em Minas Gerais, datada da época do Império. Ela acaba se tornando o eixo central na emaranhada conexão entre as personagens e a política Janguista.
A urgência que esta empresa tem em atender seus interesses obscuros leva-a a arquitetar e executar um esquema de corrupção no meio político, militar e no alto escalão do governo brasileiro.
Recheado de suspense, urdiduras e conspirações, Tempo perdido desafia o leitor a desvendar o real motivo da presença do Trust no país e lança à luz de seus olhos uma questão para lá de intrigante: qual é a relação do Brasil com a Guerra do Vietnã?
COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO
“Com um repertório informativo exuberante, o autor Antônio Duarte repassa em seu romance fatos históricos interessantes, alguns até esquecidos pela historiografia oficial, principalmente durante o governo João Goulart.
Como fio condutor, compondo um thriller digno de romance de espionagem, a criação e o desenvolvimento da empresa São João del Rey Mining & Co. revela negociatas, escândalos, politicagens e exploração de trabalhadores.
Um empreendimento que contribuiu para fazer do Brasil – para o bem e para o mal – o país que é hoje.
Além da boa trama, essa é uma obra que nos traz reflexões importantes para pensar o Brasil atual e futuro.” Joaquim Maria Botelho é jornalista, crítico literário, escritor e presidiu a União Brasileira de Escritores
“O que mais gostei na obra de Antonio Duarte é a mistura intensa de realidade e ficção. Portanto, prepare-se para enfrentar os turbulentos ventos dos anos 1950 e 1960.
Se você gosta de História (com h maiúsculo) e de história (ficcional – com h minúsculo), muito provavelmente ficará grudado(a) nas páginas de Tempo Perdido do início ao fim.
Boa aventura por essa máquina do tempo que chamamos de romance histórico!” Ricardo Bonacorci é crítico literário do site Bonas Histórias
SOBRE O AUTOR
Antônio Duarte Ferreira Júnior nasceu no dia 07 de setembro de 1970, na cidade paranaense de Londrina. Aos três anos de idade mudou-se para Cabo Frio, cidade litorânea do estado fluminense, para morar com seus avós maternos. Viveu lá até os a 9 anos e foi com a mãe para São Paulo.
A convivência com o avô, Antônio Leite Villela, mineiro de Alfenas e dentista, era recheada de poesia e História do Brasil, lidas sempre que passavam uma pequena parte de seu tempo juntos.
Apesar de ter frequentado duas universidades sem ter concluído seus cursos, Antonio sempre foi fascinado pelo conhecimento e tornou-se um autodidata. Leitor voraz, ainda pequeno, convenceu seu pai a adquirir uma coleção de enciclopédias, assim como diversos livros de gêneros variados.
Tempo Perdido começou como uma peça de teatro, mais especificamente um musical. Porém, tomou outras formas e proporções e, após dois anos de intensa pesquisa sobre a História e a Política brasileiras da década de 60, amadureceu num romance histórico.
Mora em São Paulo, empreende na área de eventos e cultura, é pai de um rapaz de 25 anos e divide seu tempo livre entre a família e a escrita de prosa e poesia.
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