Subjetividade religiosa: um estudo visto na psicanálise

Por Gilmar Gonçalves da Costa

Sobre o livro

Sendo a normalidade um conceito meramente subjetivo, entendo que sou apenas mais um peixe no oceano de anomalias humanas e nas ciências da saúde.

Assim, sigui-se dizendo que no presente século, as reflexões levantadas por teólogos, filósofos, sociólogos, neurologistas, psiquiatrias, neuropsiquiatras, psicanalistas, neuropsicanalístas e psicólogos continuam a exercer fortes influências sobre o saber em geral do entendimento referente o comportamento humano nos versos da subjetividade, tanto na escala individual quando na escala coletiva.

Os focos de problematização em torno dos discursos das relações de poder e das práticas subjetivas religiosas contextualizam-se e, concomitantemente, auxiliam-se com conjunção da re-contextualização relativa a concepção de história tomada a partir dos grandes acontecimentos da humanidade, e das metanarrativas heroicas dos grandes nomes da ciência sobre a psicanálise, como Freud e Lacan.

Suas multiplicidades estão nas metapsicanalísticas dos agenciamentos e na exterioridade dos acidentes argumentativos da mente humana. História psicanalística, portanto, é sinônimo de campo de possibilidade e condição de legitimidade enunciada por estratos no combate a patologias metais.

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