Recuperação da frequência cardíaca após diferentes protocolos de treino em circuito: relação com a variabilidade da frequência cardíaca de repouso em mulheres pós–menopausadas fisicamente ativas
Por Alessandro José da RochaSobre o livro
A menopausa é marcada por alterações fisiológicas hemodinâmicas e metabólicas na mulher. No entanto, são os efeitos da deficiência estrogênica em longo prazo que mais preocupam, pois podem levar a comprometimentos importantes, como as doenças cardiovasculares.
A terapia de reposição estrogênica é uma forma de amenizar as consequências da deficiência hormonal, e o exercício físico contribui significativamente para a redução do risco cardiovascular, particularmente na função autonômica cardíaca.
A investigação da magnitude da recuperação da frequência cardíaca (FC) pós-exercício é uma forma de avaliar a integridade autonômica cardiovascular.
O objetivo do presente estudo foi de avaliar o efeito de três diferentes tipos de treino em circuito sobre a reativação vagal plena em mulheres pós-menopáusicas sem e com reposição hormonal.
Foram estudadas 14 mulheres fisicamente ativas, com 57,7±1,7 anos de idade distribuídas em 2 grupos: sem reposição (GSR, n=09) e com reposição hormonal (GCR, n=05).
Todos os grupos realizaram um circuito aeróbio com intensidade de 60-70% da FC máxima, circuito resistido com intensidade de 60% da carga voluntária máxima e um circuito combinando o aeróbio e o resistido com intensidade de 60-70%.
Foram avaliados a FC e a variabilidade da FC (VFC) em repouso e após os diferentes tipos de circuito e a reativação vagal plena. Foi utilizado o teste ANOVA de um fator para medidas repetidas. O nível de significância foi de 5%.
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