Quando os casais começaram a brigar

Por Elisabeth Maria Marques Carvalho Santos

Sobre o livro

Depois de ter escrito uns causos antigos a partir da frase “Quando os casais não brigavam” a autora ia passar a descrever verdadeiras brigas de casais a partir da realidade do século XXI. Pensando melhor, resolveu fazer uma ponte de maneira ao leitor atento poder enxergar alguns dos motivos mais frequentes de atritos domésticos.

O sugestivo título “Quando os casais começaram a brigar” pretende uma continuidade do volume anterior. Poderia ser uma tentativa de sinalizar onde mora o perigo. O início da discussão improdutiva, quando duas pessoas sabem perfeitamente que o jeito de tocar determinado assunto não melhora a situação.

Um dos parceiros terá o bom senso de lembrar-se que “quando um não quer, dois não brigam”, mas ao mesmo tempo não querer sempre ser o vencedor, muito menos aceitar perder toda vez que role determinada discussão.

Equilíbrio é a palavra adequada, não um modelo a ser seguido se ambos os parças estão furiosos. Enfim… quem decidirá para que lado o conflito seguirá é o casal!

Guerra ou paz?

Diálogo a dois, conversa séria, acerto de contas, são nomes dados à tentativa de resolver um problema conjugal. Pouco adiantará se alguém começar assim: “- Lembra aquele dia que você disse…” sabendo de antemão que o cônjuge responderá: “- Não lembro…”

Melhor é ambos poderem dizer um ao outro o que está incomodando, ou atrapalhando, no momento do fato. Ficar juntando insatisfações de atitudes equivocadas para relembrar numa hora de briga, não ajudará muito.

Este é o assunto deste livro: ”Quando os casais começaram a brigar”.

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