PUNIDAS: Prazer, Castigo Erótico e Segredos Proibidos no Castelo de Barba Azul (Coleção Erótica SteelMind)

Por Cassandra SteelMind

Sobre o livro

Seis esposas. Uma porta proibida. Um homem que pune como outros respiram.

As mangas que se arregaçam. O couro que esquenta na mão. A madeira da mesa contra a pele nua. O som não é uma palavra. É carne que cede. É fôlego que sai sujo. É aquele barulho — você conhece — que te diz exatamente o que está acontecendo mesmo de olhos fechados.

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Destinado a

  • Quem sabe que o castigo não é a pior parte. A pior parte é descobrir que você quer.
  • Quem sempre soube que Barba Azul não dava medo. Dava outro efeito.
  • Quem lê com uma mão só e nem se pergunta onde está a outra.
  • Quem não procura histórias de amor, mas histórias de corpos que se tomam sem pedir.
  • Quem sempre quis abrir aquela porta — e agora pode.

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O que você vai encontrar neste livro

  • Um cinto de couro sobre uma mesa de madeira. E uma mulher que já sabe o que vem depois.
  • Mãos enormes que ensinam regras que o corpo aprende antes da mente.
  • Cinco caixas. Cinco mulheres.

    Cinco maneiras diferentes de ceder ao mesmo homem.

  • Aquele momento em que a dor acaba e o prazer começa — ou talvez nunca tenham sido separados.
  • Joelhos no chão frio. Mangas arregaçadas. A voz que diz: “Conte. E agradeça.”

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As seis esposas de Barba Azul

  1. Sofia, a Ingênua — Tremia. Chorava. Agradecia. E no final, de olhos fechados, sussurrou duas palavras que mudaram tudo.
  2. Valentina, a Rebelde — Bateu nele.

    Ele disse “de novo.” Foi a única vez que Barba Azul perdeu o controle.

  3. Nadia, a Manipuladora — Achava que usava o corpo como moeda. Ele mostrou que ela nunca teve nada pra vender.
  4. Elena, a Devota — Viu tudo. Sabia de tudo. Voltou pra cama do lado dele.

    E sorriu.

  5. Carmen, a Traidora — Procurou ternura em outro homem. Barba Azul ensinou que certas coisas não se perdoam. Nunca.
  6. Serena, a Última — A única que olhou o monstro nos olhos e perguntou: “Por quê?”

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Trecho do livro

“A armadilha não era o castelo. Não eram as regras. Não era Alessio Ferro. A armadilha estava dentro dela.”

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Por que ler

  • Porque certas páginas deixam marcas que não se veem, mas se sentem por dias.
  • Porque o corpo reage antes da cabeça — e essas páginas sabem disso.
  • Porque depois da última linha você vai olhar portas fechadas de um jeito diferente.
  • Porque não foi escrito pra agradar. Foi escrito pra tomar.

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Descrição completa

Um castelo nas Madonie. Um homem de barba escura e olhos de gelo que casa com mulheres como outros colecionam quadros — com cuidado, com obsessão, sabendo que cedo ou tarde vai destruí-los. Uma porta proibida com um código que é um convite disfarçado de proibição.

E atrás daquela porta, cinco caixas com cinco nomes de mulher e cinco telas que ficam pretas. Serena Cavallaro é a sexta esposa. Filha de um chefão, vendida por uma aliança, entregue a um homem que pune com a mesma precisão com que outros fazem amor. Mas Serena não é Sofia — não se apaga.

Não é Valentina — não luta. Não é Nadia — não manipula. Não é Elena — não ama cegamente. Não é Carmen — não trai. Serena é a única que assiste todas as caixas, vê tudo, entende tudo, e faz a única coisa que nenhuma das outras fez. Abre a porta que dá pro lado de fora.

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“Não é uma leitura. É uma marca que fica.” Cassandra SteelMind

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