Sobre o livro
Trago o peito molhado
Das chuvas das torrentes
que a vida sobre nós tem derramado
Cerro os punhos digo
por mais que sofras
fica sempre o mar
Para além da sua atividade de historiador, materializada em dezenas de obras, António Borges Coelho escreveu também prosa de ficção, teatro e poesia. Aliás, é mesmo pela poesia que a sua vida literária começa, com a publicação de Roseira Verde, em 1962. O que aqui se apresenta é uma coletânea-balanço dessa produção literária, revista uma última vez pelo autor.
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