Palavra triste: Ficção

Por Roger Dageerre

Sobre o livro

Era uma vez um jovem chamado Otaciano, que namorava uma garota de nome Alice. Um casal que se encontrava sempre no final de semana porque trabalhavam, estudavam e moravam longe. Otaciano arrependeu-se de ter discutido com a namorada por banalidade, justamente aquele ciúme desnecessário.

Ele tinha dito que não ia aparecer no próximo fim de semana, por isso Alice programou um passeio com as amigas de trabalho para conhecerem “Pedra Caída”, um local aconchegante e muito bonito. Por isso, quando Otaciano se arrependeu, não a encontrou em casa.

Ele ficou sozinho, sem ter, no dia de folga, a companhia de Alice, e percebeu que sem ela ele não conseguia viver, pois foi Alice que o acostumou a andar na linha, a escolher o tom da música que ele cantava, pois quando ele escolhia a tonalidade, ela não conseguia acompanhá-lo.

Para ele não ficar cantando sozinho, era obrigado a aceitar a escolha dela. E quando iam fazer compras, era ela quem escolhia a cor das roupas, os perfumes e calçados.

Foi Alice que também ensinou Otaciano a acordar cedo para apreciar o nascer do sol, para fazer caminhada, pois ela fazia isso quando criança. – um hábito que ele foi perdendo com o tempo, mas ela conseguiu convencê-lo. Por isso ele caminhava sempre dizendo:

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