O Mandarim – (Com Notas)

Por Eça de Queirós

Sobre o livro

Esta versão contém, inicialmente, um tópico sobre a obra, no qual é descrito de forma resumida todo o enredo da história, situando e estimulando à leitura.

Em seguida, é apresentado o conteúdo sobre a obra, posteriormente, uma breve biografia do autor em que é descrita as partes mais relevantes de sua vida e o destaque de suas principais obras com a contextualização em foram produzidas.

Ao final, estão elencadas as principais obras que ganharam destaque e que são utilizadas como referências em vários seguimentos literários e lidas por diversas pessoas.

Escrito em 1880 por Eça de Queiroz, o romance conta a história de um homem comum e supersticioso, que sonha com a futilidade da sociedade burguesa de Portugal. O narrador desta novela é Teodoro, bacharel e amanuense do Ministério do Reino. Mora em Lisboa, na pensão de D.

Augusta, na Travessa da Conceição. Leva uma vida monótona e medíocre de um pobre funcionário público que suspira por uma ventura amorosa, por um bom jantar, num bom hotel, mas que tem pouco dinheiro.

Teodoro não acredita no Diabo nem em Deus, mas é supersticioso e reza a N. Sr.ª das Dores. Um dia descobre, numa Feira da Ladra, um livro com a lenda do Mandarim, segundo a qual um simples toque de campainha, a uma determinada hora, mataria o Mandarim e faria dele herdeiro dos seus milhões. O Diabo aconselha-o a tocar a campainha. Tocará a campainha e será rico.

Começa então, uma vida de luxúria e dissipação. As mulheres são o seu fraco, logo é traído por Cândida, que o troca por um Alferes. Logo se aborrece permanecendo em si o sentimento de culpa do Mandarim que assassinara.

Viaja pela Europa e Oriente. Depois, decide partir para a China, pensando em compensar a deserdada família do falecido Mandarim. Tudo corre mal. Tenta em vão fugir dos remorsos.

Regressado a Lisboa tem visões com o Mandarim. Acaba por pedir ao Diabo que ressuscite o Mandarim e o livre da fortuna. Teodoro deixa a sua fortuna ao Diabo, em testamento. Volta à sua vida de aborrecimento e saciedade, considerando finalmente, que “só sabe bem o pão que dia-a-dia ganham as nossas mãos.

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