O conde que eu sequestrei – Um romance de época repleto de aventura no Brasil Imperial

Por Cinthia Serejo

Sobre o livro

No Rio de Janeiro de 1859, Cecília Maria de Azevedo está longe de corresponder ao ideal de jovem obediente. Inteligente, irônica e fascinada pela ciência especialmente pelo poder curativo das plantas –, ela foi criada entre livros, herbários e as lições do tio Basil, um respeitado botânico defensor da medicina natural.

Quando Cecília descobre que o tio pode estar em perigo, suas suspeitas recaem sobre o Conde de Vila Rosa. Defensor ferrenho da medicina europeia e cético em relação ao saber local, o conde representa tudo aquilo que Cecília questiona. Convencida de que o tempo joga contra eles, Cecília decide: sequestrar o conde. Literalmente. Dentro de um baú.

O que começa como um plano desesperado para arrancar respostas transforma-se em uma jornada caótica rumo a Petrópolis, envolvendo viagens de trem, cartas comprometedoras, confusões e fugas.

Forçados a conviver, Cecília e o conde se veem presos não apenas a um destino comum, mas a um confronto direto entre tradição e progresso.

Entre debates científicos e descobertas que nenhum tratado ousou registrar, ambos aprenderão que nem toda reação pode ser controlada – sobretudo aquelas que envolvem o coração.

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