NORDESTINA LIVRE: [Pós/Punk]

Por Iram F. R. Bradock

Sobre o livro

“A Pedra guarda segredos que nem mesmo ela compreende totalmente”.

“A Rosa Digital floresceu de novo… o sinal voltou a vibrar”.

“— Sou Nordestina. E livre, não por permissão… mas por natureza”.

NORDESTINA LIVRE ///Agreste/Dark/Fantasia/// Autor: Iram F. R. “Bradock”

[30/01, 16h18min] Diziam que o Agreste/Sertão era só seca cíclica, mas ninguém contava do calor que vinha de dentro da alma de Luzia. Nascida entre mandacarus luminosos, criada por rezadeiras cegas, forjada na poeira das estradas e nos silêncios do mato, — ela não se curvava.

Na Nova Era dos Códigos New/Coloniais, quando corporações do Norte tomaram as águas, o vento e até as sombras, Luzia se rebelou. Com um vestido rasgado, um facão ancestral e um pingente feito de chip queimado, ela caminhava entre ruínas e cactos geneticamente modificados.

Chamavam-na de bruxa, de louca, de terrorista. Mas ela era só… livre. No coração do Agreste Cyber/Apocalíptico, formou a Comunidade do New/Barro, — onde a terra era livre, e os corpos, também.

Nas noites de lua preta, ela falava com os antepassados pelas antenas velhas e dançava forró com os ventos da resistência. E quando perguntavam quem era ela, respondia com o olhar firme e a voz rouca de poeira: — Sou Nordestina. E livre, não por permissão… mas por natureza. [30/01, 16h19min]

Sinopse Livre:

Em um New/Nordeste futurista, fragmentado entre zonas autônomas e territórios militarizados, uma mulher ergue o punho contra o sistema. Punk, marginal e ferozmente livre, ela lidera uma insurreição simbólica, — e literal, — contra as forças que tentam silenciar sua terra e seu povo.

“Nordestina Livre” é um conto pós-punk ambientado no universo expandido do Cyber/Agreste, onde algoritmos policiam emoções, igrejas holográficas vendem esperança sintética e gangues de insurgentes dançam entre ruínas e torres de vigilância neural.

No epicentro dessa distopia, uma personagem que se recusa a obedecer se torna o estopim de algo maior. Um grito pela liberdade. Uma faísca no sertão eletrônico.

Autor: Iram F. R. “Bradock”

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