Não É Mimi, É Racismo!: Como o Brasil ensina o negro a se odiar — e como podemos ensinar o mundo a nos respeitar.

Por Arilson Alcântara

Sobre o livro

Este não é um estudo acadêmico. É um diário de guerra.

Um livro cru, emocional e necessário — escrito por um jovem negro brasileiro que aprendeu desde cedo que seu corpo, sua cor e sua existência sempre seriam vistos como uma ameaça.

Aqui, não há filtro. Só a verdade:

Como o racismo se esconde nas escolas, nas amizades, nas piadas, nos relacionamentos e nas pequenas violências do cotidiano.

Como ele nos ensina a odiar nossos traços, nossos cabelos, nossa cultura. E como isso destrói o psicológico de uma criança antes mesmo que ela saiba ler.

“Não É Mimimi, É Racismo!” é uma carta aberta — escrita com sangue e consciência.

É um grito de revolta, mas também de reconstrução.

Um chamado para todos que já sentiram na pele o que é ser julgado antes mesmo de ser ouvido.

Se você é negro, esse livro é espelho. Se você é branco, esse livro é espelho ao contrário.

Mas todos precisam se olhar.

Com relatos reais, linguagem acessível e força narrativa, este livro já transformou leitores nas redes sociais e agora quer alcançar escolas, rodas de conversa, clubes do livro e bibliotecas.

A cada 23 minutos, morre um jovem negro no Brasil. Este livro é sobre os que resistem — e sobre a importância de não calar nunca mais.

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