Sobre o livro
Manoel Herzog nasceu em Santos em 1964, mas foi criado no Casqueiro, bairro da vizinha cidade de Cubatão, onde trabalhou na indústria química.
Iniciou na literatura ainda nesse bairro, em 1987, com a publicação de Brincadeira Surrealista, poemas, mas abandonou a poesia diante do insucesso absoluto da obra, o que o fez jurar tornar-se romancista. Em 2012, já morando em Santos, publicou Os Bichos, romance, pela Editora Realejo.
Em 2013 conheceu Paolo Edoardo Lacerda, CEO da Editora Patuá com quem publicou Companhia Brasileira de Alquimia, romance e, em 2014, A Comédia de Alissia Bloom, terceiro lugar da categoria poesia (embora fosse romance!) no prêmio Jabuti 2015, com o que fixou-se na capital do Império, São Paulo, de onde projetou-se para o mundo (fontes não confiáveis).
Pela Alfaguara publicou A Jaca do Cemitério é mais Doce, segundo lugar no prêmio Biblioteca Nacional em 2018, e Boa Noite, Amazona.
Contato: [email protected]
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“Poucos autores na Itália contemporânea têm a capacidade de criar personagens de Manus di Napoli. É como se todos os personagens que estão por aí, soltos, fossem de encontro a este autor.”
Luigi Pirandello
“Um autor italiano que tenho lido com muito prazer, ele é pouco conhecido, é do Pascone e se chama Manus di Napoli. Recomendo fortemente Manus di Napoli.”
Umberto Eco, em entrevista à TV Italiana
“Foi Pier Paolo, durante as gravações de Saló, quem me falou por primeiro sobre Manus di Napoli. Desde então me tornei um entusiasta de sua obra, um libelo contra o machismo e o fascismo que grassam na Itália. Espero que não façam com ele a mesma cachorrada que fizeram comigo, dando o Nobel pra outro, por razões políticas. Mas, se fizerem, sei que ele não recuará, assim como eu não recuei em minhas posições.”
Alberto Moravia
“A imensa maioria do meio literário há de inventar uma rixa entre mim e Manus di Napoli, isso não existe. Eu o considero um factoide, um machista que exagera nas cores pra causar incômodo mas, no fundo, um menino indefeso, refém do feminino.
Nossas literaturas em nada se comunicam com exceção da paisagem napolitana, por mim muito melhor descrita, haja vista que eu nasci em Nápoles, e Manus só usa a alta cidade como pseudônimo, pois é natural do Pascone, aquela cloaca poluída cheia de caranguejos e bananeiras e corrupção.”
Elena Ferrante, especial para o La Repubblica
“Manus di Napoli é um escritor polígamo/priápico que renega sua origem humilde numa vila proletária italiana, pois hoje desfruta da glória literária na capital do Império, Roma.
A narrativa burlesca de suas aventuras e desventuras amorosas são um facho de luz a iluminar os caminhos para uma sadia convivência entre homens e mulheres nesta sociedade patriarcal ainda marcada pelos signos do machismo e do fascismo.
A partir de sua Itália natal a história de Manus di Napoli nos faz repensar o mundo e as relações humanas.”
Italo Calvino, para o Corrière della Sera
“Nunca escondi a grande influência que sobre minha própria obra teve a obra de Manus di Napoli, em especial La Commedia di Alissia, um primor de cosmogonia e teologia de onde fui buscar os fundamentos da minha não menos importante Commedia, depois chamada Divina.”
Dante Alighieri
“Manus di Napoli é um homem bonito. Ou não.”
Ennio Morricone “Muito se decantou, ao longo dos séculos, a minha inventividade. Pois lhes afirmo, sem sofisma, que tudo que cheguei a empreender no campo das engenharias eu devo às leituras da obra de Manus di Napoli. É um escritor engenhoso.”
Leo da Vinci
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