Majestosa Imobilidade: contributo para uma teoria do fotograma

Por Luís Mendonça

Sobre o livro

Roland Barthes falava da «necessidade de uma teoria do fotograma». Mas, afinal, até onde foi a sua concretização? E de que forma podia e pode a fotografia iluminar significados ocultos nas imagens do cinema?

A fotografia no cinema, o cinema na fotografia. As latências, as persistências e as intromissões são muitas, mas o que conta é o abraço fotofílmico, gesto animado pela teoria, ao mesmo tempo que revelado na prática da análise justa e justamente de uma só imagem.

O diálogo entre a fotografia e o cinema é inesgotável. De qualquer das formas, falta passar de lá para cá, de cá para lá, intensamente, até ser possível dizer: sim, cumpriu-se uma teoria do fotograma.

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