Sobre o livro
78 rotações de primavera constante, flores, doces, luta, fé, poesia, simplicidade, costura, trabalho, teimosia e humildade se fazem presentes nesta seleção de escritos que vi nascer um por um.
Como filho e uma espécie de amigo poético, vi o caminhar da poesia escrita de Maria, que acompanho desde moleque, vendo-a cantar sem parar, nos afazeres da vida nos ensinando-a. Tive o cuidado de selecionar cada um desses poemas com o coração, não só de primogênito, mas também de fã.
Chamo-a geralmente de Mãe, Maria; mas ainda tenho variadas opções, como Maricota, Maria José, Domaria, Maria Bessa… vulgo Dona Bessa: admirada por tantos que a chamam de mãe.
Neste livro, o sentido da palavra “mãe” chega carregado de poesia cotidiana, simples e bela, assim como flor, como quitute, feito um tapete de retalhos costurados pelo viver; chega também na grandeza dessa mulher que é uma força da natureza… essa doceira que o que tem de mais doce é a alma.
Quem quer doce aí?
Gleison Túlio
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