Sobre o livro
73º livro do autor de “Quando sua ausência era tudo que havia” (contos e crônicas), e outros 71 livros de Poesia, entre eles “Os oceanos entre nós”, “Cabrália”, “A noite que não terminou nunca mais”, “Os poemas que jamais escrevi”, “O luar que em teus olhos habita”, “Essa saudade que não quer ir embora”, “De qual sonho meu você fugiu?”, “Os rios que fogem do mar”, “Últimos versos para um perdido amor”, “Ah, Poesia, o que fizeste?”, “Um verso suicida”, “Um olhar vindo do infinito”, “Aquela noite do adeus”, “Apenas um contador de histórias”, “Réquiem para um amor naufragado”, “Passos que se afastam na noite”, “Fragmentos de um sonho que passou”, “Passagem para a saudade”, “A porta da solidão”, “As histórias que não te contei”, “Ciranda poética”, “A última vez em que te amei”, “O labirinto no fim do poema” (400 poemas), “O lado negro da Poesia (150 poemas sombrios), e as séries “Erotique” (6 volumes) e “Olympus” (8 volumes com 300 poemas cada).
Alguns trechos:
“Fugi para muito além de mim, / Onde o espelho me sorria, / Longe dessas estradas sem fim, / Onde a solidão não me ouvia…”
“Mas enquanto eu me reinvento, / Sem nem mesmo saber onde andas, / Como foi que essa travessura do vento / Trouxe a tua voz por essas bandas?”
“Depois, o vento levará para longe todas as folhas, / E amargaremos o tipo mais cruel de saudade! / A vida traz-nos algumas simples escolhas, / Mas outras, fazem doer por toda a eternidade…”
“Formo teu rosto nas nuvens, me engano, / Que é de teus olhos a imensidão do oceano, / Que se esconde em teu peito a minha essência… / Mas a dor emerge qual nervo exposto, / Uma lágrima rola, suave, em meu rosto, / Deixando o rastro de tua ausência…”
“E quando o amor se diz ausente, / E aquele brilho some do olhar, / Então a escuridão se faz presente, / E a solidão convida pra dançar…”
“Mas de teu mundo não faço parte, / E meu coração permanecerá um museu, / Repleto de obras de arte, / E desesperadamente teu…”
“Mas, quando percebi que partiste, / Uma parte de mim contigo levaste, / E ficou para trás a parte mais triste, / Essa saudade sem fim que deixaste…”
“Eu te perdoo, amor / Por cada verso manco, / Pelas páginas em branco / Do caderno de minha vida.”
“Sob uma rua / Nua / Dessa cidade / Vaga essa lua / Crua / De saudade / E na verdade / Por muito que influa / E destrua / Minha sanidade / Essa ausência tua / Em meu olhar flutua / E em mim se perpetua / Pela eternidade”
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