ERA UMA VEZ UMA MENINA

Por JULIANA MOTTA

Sobre o livro

SINOPSE

Na caverna vemos sombras. Sombras externas e também aquelas projetadas do íntimo. Na caverna afloram sentimentos. Todos. Medo, insegurança, raiva, curiosidade, desejos. Na caverna sofremos transformações. O que éramos ou quem éramos, vai sendo lapidado, esculpindo um novo Eu.

A caverna é silêncio e, também, turbilhão. Na caverna há paz e desassossego. Caverna é lugar de depuração. Lugar de crescimento. Lugar de amadurecimento. A caverna é mágica. A saída da caverna é interrogação. Esta pergunta se chama vida.

O texto ‘Era uma vez uma Menina’ nos leva ao interior da caverna e nos catapulta para fora. Vai e vem. Gangorra. Polaridades. Dúvidas e certezas. Descobertas.

A Menina amadurece e se transforma em mulher, exatamente, estando na caverna. É um texto singelo, de uma profundidade suave. Mostra um caminho de interiorização necessário para o desfrutar da vida em plenitude. Um texto que escolheu usar uma linguagem simples, como de menina, para que pudesse aparecer a Mulher.

A Menina é brasileira. A caverna é o isolamento social obrigatório. A Menina que vive as percepções de uma pandemia que assusta e nos coloca num futuro onde só há uma certeza – a incerteza.

O texto é, também, uma crítica ao momento político em que vive a brasileira em seu país.

A Menina posta nas redes sociais. Dá likes. A Mulher usa máscara ao sair da caverna.

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