Era uma vez Ana Quaresma

Por Suzana Kilpp

Sobre o livro

No tudo em que Carolina se envolvera para chegar mais perto da verdade só ficara uma coisa de definitivo: Ana Quaresma existiu. E se foi ou não o ponto central da narrativa não importava mais, pois poderia ter sido qualquer um: dependia apenas do ponto de vista do narrador.

Ela, Carolina, tentaria ser a que defenderia esse ponto de vista, o do passado que dura, num confronto com a perspectiva a ser assumida por Deniel, aquele que nada viu e nada ouviu, e que contaria a história do presente.

Antes, porém, precisava falar sobre o que acontecera com ela e Ana Quaresma. E o que fizera depois de Alcântara, que também existiu.

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