Da Multidão Eclode

Por Rogerlando Cavalcante

Sobre o livro

O “avulso” sai de uma multidão de “miseráveis ou ungidos” e passa desapercebido entre “ a multidão” de distraídos”. Multidão que, porque não está localizada, pode ser uma como a do (…) ou a de outro lugar qualquer do mundo. Mas se invisível na multidão – na de origem e na de fim – é um suspeito identificável no poema.

A explosão (..) repercute: destoa da humanidade, ressoa no poema.

E qual a “causa” desse “moço”? Não podendo, talvez, deter o fim do seu mundo, intente detonar o da humanidade. Mas não é de fora, é de dentro que o novo eclode.

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