CYBER/PSICOSE: [Agreste/Punk/Fantástico/Estranho] (/Agreste/Punk/Fantástico/Estranho/)

Por Iram F. R. Bradock

Sobre o livro

“Ser amigo aqui na Ex/Caruaru/Velha é fatal”. ///Autor Algorítmico///

“Eu senti uma vontade que até agora não sei explicar, mas reuni todas as minhas forças a desci pela Rua São Cristóvão com aquele imenso portão ‘malassombrado’ da antiga Fábrica Caroá nas minhas próprias costas e ombros… Passei pela Praça semi/hologramada; Nova Euterpe…

Com visão para os destroços das antenas de Holo/televisão lá no cume do Morro Da Onça Mecânica e atirei-o por cima da Ponte Velha no Rio Oleoduto Ipojuca até ver aquele monstro de ferro com desenhos ‘afros/romanos’ afundar que nem pedra ou canoa furada”.

///Pedro Popão///Agente Administrativo da New Polícia Civil///.

“New” Teseu paradoxal…? “Se todo seu corpo fosse modificado ou trocado (restando apenas sua consciência) ainda seria você”? Autor: ///NINGUÉM///

“Cada vez mais máquinas e menos humanos”. Macabel Calisteu [soldado] hibridizado da terceira guerra mundial/espacial.

“Somos humanos ou máquinas”? ///Autor Nenhum///

“Somos Dharmas de nossa própria realidade; tipo Budas Digitais”. ///Outro Ninguém///

Sinopse da Psicose Cibernética:

Em meio ao mistério da Barca roubada depois amaldiçoada pela fúria de Caronte Tupiniquim…

O portal/portão da antiga Fábrica Caroá depois de ser arremessada por Pedro Popão ao óleo do Rio Ipojuca [Rio Oleoduto Ipojuca] Calisteu andando mais ereto [recebera mais um implante dessa vez fora uma intervenção dorsal] soldado coucho, esfarrapado puxando um jumento [Frederico] com patas mecânicas (oferecidas pela ‘CORP’: G.

C. C.) descobrira por onde deveria sair e abandonar as santas sintéticas e fora/sair da Bolha do Cyber/agreste. Havia feito sua enésima intervenção com os “new” médicos/mecânicos… No Hospital/Oficina: Açougue/Distrital placas, próteses ‘chips’, fios articulações bio/mecânicas/orgânicas…

De dentro para fora… Sub/humanos irradiados… Deformados… Sonhando; lutando… Desejando… Almejando…

Um lugar também ao sol sintético, ou seja, em cima da maca branca sempre manchada de sangue coagulado também a mesma “oportunidade de implante experimental da corporação: Grupo Condomínio “Corporation”. Em um Holograma Delivery Estético…

Era a dança da New morte física chegando sempre no seu ápice terra irradiada e sem potável água era do água ‘oleodificada’… Oh! Terra do Paralelo: “66”/Nova Node depois de Izabel de Maria/ a Vampira Insaciável do Cyber/Agreste sanguinário. Era implantando e os órgãos parando por falta de água…

E o câncer agressivo/mutante do projeto ex/ultra/secreto: “CARUARU MORTA ou CARUARAS ASTRAL”. Sejam bem vindos/vindas: ao “Agrestupinipunk” ou ainda Agreste/Punk/Fantástico/Estranho.

Autor: ///A MÁQUINA///

CYBER/PSICOSE [Agreste/Punk/Fantástico/Estranho]

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