CHICO TAÍNHA

Por Fernando Rui da Clara Maria

Sobre o livro

Lisboa, ano de 1959. Lisboa é uma cidade ribeirinha. Desde a sua origem que se encontra virada para o Tejo, tendo sido o seu porto marítimo o principal motor de crescimento da urbe.

Na vida de uma cidade estão sempre a ocorrer novos acontecimentos e o ano de 1959 ficou particularmente marcado na história desta, por eventos como a inauguração da imagem do Cristo Rei na margem Sul do rio e pelo trágico incêndio da antiga Igreja de S. Domingos na baixa lisboeta.

A estória da vida das pessoas cruza-se e interliga-se com a história da própria cidade onde elas habitam.

Neste livro conta-se a estória de Chico Tainha, homem solitário atirado para a beira-rio pelas agruras da vida e que nesse rio encontra o seu refúgio e um sentido de viver mas a quem o surgimento de um companheiro inesperado leva, a descobrir novos caminhos para a sua existência e, à concretização de sonhos que de outra forma nunca iriam passar disso mesmo.

Estamos perante uma narrativa ficcionada inspirada na vida lisboeta do autor e em momentos por este vividos e experienciados nas suas relações com as pessoas e os locais que nela são descritos.

Poderia ser contada a estória de um qualquer outro habitante desta intrincada urbe, pois cada pessoa desempenha o papel principal nas suas estórias pessoais.

História envolvente, de relações e encontros, sonhos e realizações, que decorre dentro da história de uma cidade localizada no estuário de um Rio. É uma história simples, escrita com palavras simples, que fala da vida de pessoas simples e para ser lida por pessoas que saibam ser simples.

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