BRANCO: Contos (Série Escombros Livro 4)

Por José Maria Azevedo Costa

Sobre o livro

É um livro de contos com temáticas diversas e dezenas de personagens com características e procederes do cotidiano de mundos sociais diversos.

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RELEASE

Entre anjos e capetas, mundanas e santas, são mais de uma dezena de personagens, é uma vila diversa e divergente, mas cheia de gente, quase uma cidade!

Seu início, bem no começo, ou seja, no sumário, que começa pelo começo da produção, mas produzido depois da produção, óbvio, o PREÂMBULO, que também começa pelo começo: caracterizando o início dos tempos pela presença de corpos nus e pelo julgamento racional, característica peculiar da raça humana.

As trilhas, como os personagens são diversas: do Éden, ao pátio, cozinha e cama do autor, a Selva Amazônica, Rio Amazonas, subindo o Rio Tapajós, passando por praia, funeral. . . tudo no ritmo do carimbó, com poucas citações da mitologia amazônica, grega e romana.

Essa diversidade é o BRANCO que pode ser o SPECTRO da janela do quarto de Isaac Newton ou as sensações cromáticas de Vivent van Gogh.

Este BRANCO é tão branco, tão diverso, que até pode satisfazer as necessidades psicológicas, bem como as estéticas, mas são dois ou até mais BRANCOS, que até na vertente quantitativa é diverso;

– O BRANCO produzido pelo autor:

– O BRANCO interpretado pelo leitor.

Com uma boa leitura o seu deve ser o BRANCO MAIS BRANCO!

Essa diversidade é o BRANCO que pode ser o SPECTRO da janela do quarto de Isaac Newton ou as sensações cromáticas de Vicent van Gogh.

Este BRANCO é tão branco, tão diverso, que até pode satisfazer as necessidades psicológicas, bem como as estéticas, mas são dois ou até mais BRANCOS, que até na vertente quantitativa é diverso;

– O BRANCO produzido pelo autor:

– O BRANCO interpretado pelo leitor.

Com uma boa leitura o seu deve ser o BRANCO MAIS BRANCO!

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PREÂMBULO

Três julgadores:

– UM SÓ CONHECE CORPOS NUS;

– UM SÓ CONHECE CORPOS COM VESTES;

– UM SÓ CONHECE CORPOS NUS E COM VESTES.

Paradoxo:

Adão transgressor, nu no Paraíso.

EU:

Toda hora cometo equívocos, toda hora tento consertar meus equívocos, sempre estou com vestes. Irei para o Paraíso?

Acredito que sim, assim como Adão, também tenho chance, com vestes ou sem vestes, de ser personagem do cenário edênico. Tudo depende das cores que meus julgadores verão no cenário da minha vida, isso considerando o agravante que nem todos conhecem corpos com vestes, nem todos conhecem corpos sem vestes e nem todos conhecem corpos com vestes e sem vestes, mas me julgarão.

As cores eliminam o estático, denotam vícios ou virtudes de um cenário segundo o olhar de cada olhador, ou mesmo da ótica coletiva, como no gótico, onde até em expressões profanas o fundo dourado denota a eternidade, isso até quando Giotte, pela cor azul natural, impôs nova ótica coletiva do eterno.

Nem demônios, nem santos, apenas matizes sociais, intelectuais, profissionais, clericais, profanas. . . .Isso mesmo, muitas matizes que nos levaram a construir o BRANCO.

Nem nu

Nem vestido

Apenas BRANCO.

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