Sobre o livro
Algumas histórias não envelhecem. Elas apenas aguardam o momento certo para serem lembradas.
Sou Maria Clara Martins Souza, nasci em 1843, e ainda vivo nas palavras que escrevi. Escrevo porque não aceito o esquecimento. Porque o tempo é um inimigo silencioso, e cada linha é uma forma de resistir a ele.
Nesta fazenda no coração de Minas Gerais, vivi amores que desafiaram a razão, segredos que o tempo tentou apagar e dores que nem a morte conseguiu calar. O que você está prestes a ler é mais do que um relato, é uma confissão. Um grito preso entre páginas e séculos, pedindo para ser ouvido.
As Linhas que Escrevi é uma viagem entre o amor e o esquecimento, entre o passado e o que ainda pulsa. Uma história sobre memória, alma e o poder das palavras que se recusam a morrer.
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