Aprender o amor: Sobre um afeto que se aprende a viver

Por Carlos Rodrigues Brandão

Sobre o livro

“Precisamos ter a coragem de começar a dizer que já não necessitamos tanto de agentes competentes-competitivos. Eles saturam as filas dos desempregados de ‘alto nível’ com seus diplomas de MBA debaixo dos braços.

Precisamos de pessoas coerentes-cooperativas, capazes de pôr em prática a ideia de que não fomos feitos apenas para produzir bens e serviços em um mundo de ganhos e perdas, entre os custos e benefícios de uma vida injusta, impessoal e excludente.

(…) Fomos feitos para criar o mundo humano do primado da pessoa e da vida.

Fomos feitos para construir este lugar feliz, pouco a pouco, na vida de cada dia e de maneira irreversível, por nossa conta e em nome do afeto do amor que nos une e da felicidade de todos e sempre, que é o nosso destino humano. (…)

Assim, esse livro de escritos que foram momentos de falas e de diálogos em diferentes cenários e situações foi sendo aos poucos sonhado e escrito como um esforço para se somar (sem números) a outros tantos.

Outros sonhos e escritos que bem poderiam ser lidos e debatidos tanto num competente Instituto de Estudos Avançados quanto no seu irmão próximo, o dos humanos e amorosos Estudos Atrasados. E espero que os seus temas possam estar bem situados em um e outro.” – Papirus Editora

Excertos do Capítulo 1

C.R. Brandão

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