A quanto o amor obriga?

Por Tiago Ferreira da Cunha Marcondes

Sobre o livro

Sempre digo: Belchior é muito melhor que o Bob Dylan!

No índice onomástico da minha vida estão: Bilac, e o trabalho intenso parnasiano, Vinicius de Moraes e seus “piropos”, as rosas do João Guimarães, as pessoas de Fernando Pessoa, as liberdades de Drummond, a fantasia de Gabriel Garcia Marquez…

E se você quiser saber a “quanto o amor obriga?” “Venha quente ou frio, não seja o ócio, o morno, o remanso, a acomodação…”

Tem que saber do milagre de tua existência: Brilho de espada presa na rocha. “Para que o amor, mais desatinado e tenaz, não seja nunca uma verdade efêmera”

Assim: “As coisas vinham com doçura Um repente seguindo a harmonia prévia: o amor!”

E o silencio formou um medo secreto: Se aquietando com o próprio quebranto. Alguma força para se arraigar na alma, Que dói, que punge, machuca: desengano e desgosto.

“Mas ainda assim o amor, sim, é lindo! E as coisas continuam com doçura…”

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