A Quadrilha Católica: os Vendilhões do Templo. Parte III

Por Sandro Dau

Sobre o livro

Essa terceira parte sobre os Vendilhões do Templo foi dividida em: Capítulo IX: Uma prática comum entre os diretores da Facção Criminosa Católica se caracterizava em descobrir textos apócrifos, os quais mais tarde foram condenados como heréticos.

A finalidade desse trabalho sujo era fazer, com que as quadrilhas competidoras aparecessem como extremamente erradas na venda do Sr.

Münchhausen da Cruz; além de acusá-las de se aproveitarem da inocência dos seus espertos consumidores, para comercializar os seus produtos falsos: com essa estratégia de guerra, os diretores da Multinacional Católica de Crimes conseguiram exterminar não só os seus competidores, como igualmente os seus consumidores: todavia, quando era necessário ganhar as 30 moedas de prata, eles não tinham nenhum escrúpulo em utilizar os livros apócrifos.

Como acontece com 99,9% dos textos relativos à Multinacional Católica de Crimes, os seus redatores têm como característica três elementos marcantes na sua patética literatura:

1. obscuridade: por não saberem utilizar as palavras; 2. rudeza: devido a enorme falta de uma cultura mais refinada; 3. inferioridade intelectual: a todo instante recorrem a um princípio de autoridade, para fazerem valer os seus dogmas.

Somados a eles encontramos três características indeléveis desses redatores, uma vez que todos eles são:

1. petulantes: quanto mais estúpidos, mais se apresentam como sábios; 2. arrivistas: fazem qualquer coisa para conseguirem as suas 30 moedas de prata; 3. malandros: jamais trabalharam honestamente um único dia.

E enovelando esses elementos e essas características, encontramos a adorada santíssima trindade:

1. terrorismo existencial: os seus malandros consumidores são ameaçados fisicamente; 2. terrorismo metafísico: dobrem-se aos desejos libidinosos dos pedófilos católicos e serão salvos; 3. o maior de todos os prazeres: a felicidade lúgubre em ver os seus inimigos queimando no inferno.

Capítulo X: Após quase 1.000 páginas chegamos ao último capítulo sobre como a Gangue do Crucificado se espalhou pelo mundo e o contaminou com a mentira, traição e arrivismo, criando desse modo as bases sobre as quais se ergueu a instituição política mais criminosa de toda a História: o Império Católico do Mal.

Nesse capítulo indicaremos os principais dogmas morais, os quais expõem toda a imundície dos pedófilos católicos.

Eles estão fundamentados em um livro pernicioso à liberdade, à justiça e à honestidade; mesmo assim, somos obrigados a aceitar tudo o que está escrito no Compêndio de Imoralidades como verdades inquestionáveis, as quais foram impostas por um deus cruel, sanguinário e vingativo, comercializado pelos maiores gangsteres, que já caminharam sob o sol do nosso bom deus.

Os apóstatas e os seus parceiros de crimes vendem o Livro de Artes Desviantes como um guia moral perfeito, repleto de ensinamentos morais perfeitos, a fim de tornar os indivíduos perfeitos; é

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