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A Organização que Percebe Riscos: Fisiologia Orgânica de GRC para IA, ERPs, monitoramento, auditoria contínua e riscos emergentes

Por Pedro Gauziski de Araújo Figueredo

Sobre o livro

A Organização que Percebe Riscos apresenta uma proposta contemporânea para governança, riscos, controles, compliance e auditoria interna em um ambiente marcado pela velocidade da inteligência artificial, pela integração dos ERPs, pela automação, pelo monitoramento contínuo e pela emergência de novos riscos organizacionais.

O livro parte de uma ideia central: organizações maduras não dependem apenas de políticas, matrizes, checklists e relatórios periódicos. Elas precisam desenvolver uma capacidade orgânica de perceber sinais, interpretar riscos, integrar informações e acionar respostas proporcionais antes que fragilidades se transformem em perdas relevantes, falhas de controle ou crises de confiança.

Com linguagem estruturada para executivos, conselheiros, membros de comitês de riscos e auditoria, CAEs, auditores internos, auditores independentes, áreas de GRC, compliance, controles internos, tecnologia e dados, a obra propõe uma visão integrada de GRC como sistema vivo.

Nessa abordagem, dados, processos, cultura, tecnologia, inteligência artificial, auditoria contínua e monitoramento contínuo deixam de ser elementos isolados e passam a compor uma fisiologia de percepção, decisão e resposta.

Ao longo dos capítulos, o leitor encontra reflexões, modelos e instrumentos para compreender como riscos se acumulam, como sinais fracos podem ser ignorados, como ERPs e sistemas corporativos podem apoiar a percepção institucional e como áreas de GRC e auditoria podem evoluir de uma atuação predominantemente retrospectiva ou inventariante para uma função mais conectada à antecipação, ao escalonamento e à aprendizagem organizacional.

A obra não defende paralisia decisória da criatividade e inovação, burocracia excessiva nem compliance baseado em centenas de perguntas desconectadas. Ao contrário, propõe foco em materialidade, viabilidade, integração e proporcionalidade, especialmente em ambientes de qualidade, homologação e produção nos quais IA, GenIA, dados, controles e decisões possam gerar impacto relevante.

A metáfora da Fisiologia Orgânica de GRC desloca o tema de um inventário burocrático para uma arquitetura funcional de percepção. O modelo é ancorado em Design Science Research, teorias de administração, sensemaking, HRO, cibernética, auditoria baseada em riscos e referenciais contemporâneos de governança, controles e tecnologia.

A obra também apresenta artefatos específicos e auditáveis, como ITR, IMPI, SCD e PGIAR, concebidos como instrumentos de apoio à decisão para comitês, CAEs, boards, áreas de GRC, controles internos, tecnologia e auditoria. O objetivo é ajudar organizações a separar o que é realmente crítico do que é apenas formal, transformando GRC em uma capacidade prática de proteção, resposta e geração de valor.

Mais do que um livro sobre riscos, esta é uma obra sobre percepção organizacional. Um convite para repensar como executivos responsáveis podem enxergar melhor, decidir com mais qualidade e responder de forma mais inteligente em ambientes cada vez mais complexos, regulados e digitais.

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Faça a leitura online do livro A Organização que Percebe Riscos: Fisiologia Orgânica de GRC para IA, ERPs, monitoramento, auditoria contínua e riscos emergentes, escrito por Pedro Gauziski de Araújo Figueredo. Esse é um trecho gratuito disponibilizado pela Amazon, e não infringe os direitos do autor nem da editora.