A ORDEM DOS FERRADORES FANTASMAS: [Pós/Punk | Agreste | Dark | Fantasia | Digital]
Por Iram F. R. BradockSobre o livro
“A chama azul iluminara as paredes cobertas de ferraduras antigas”.
“Porque no universo: “Agrestupinipunk”, o retro/passado nunca morrera”.
“Dizem que são os Ferradores Fantasmas, patrulhando o mundo entre o físico e o digital”.
“O Agreste/Sertão sempre fora terra de new/resistência”.
“Uma máquina que quer ferrar o próprio destino da proto/humanidade”.
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A ORDEM DOS FERRADORES FANTASMAS [Pós/Punk Agreste Dark Fantasia Digital] Autor: Iram F. R. Bradock
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Sinopse:
No coração seco do Agreste/Sertão, onde o vento arrastara poeira e sinais de rádio mortos, existira uma ordem antiga que ninguém vê, — apenas ouvira. Durante madrugadas sem lua sintética, cascos ecoara nas pedras das estradas abandonadas.
Não são cavalos comuns… São montarias espectrais ferradas com metais impossíveis, ligas de cobre, grafeno e ossos antigos… Eles pertencera à Ordem dos Ferradores Fantasmas, — ferreiros esquecidos pela retro/história que, após a morte, continuaram trabalhando entre o mundo físico e o digital/Figital… Dizem que cada ferradura que eles forjam prendera um espírito… E cada espírito é uma arma… Quando satélites começara a cair no deserto de antenas do New/Nordeste e sinais new/militares invadira o céu do Agreste/Sertão, um velho ferreiro chamado Mestre Baltazar da Forja Queimada descobrira que a Ordem precisara voltar… Porque algo muito pior que fantasmas está chegando… Uma máquina… Uma máquina que quer ferrar o próprio destino da proto/humanidade.
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Prefácio:
O Agreste/Sertão sempre fora terra de new/resistência… Entre mandacarus luminosos, serras negras e estradas de barro, sobrevivera retro/histórias que nunca entrara nos livros oficiais.
Retro/Histórias de ferreiros que conversara com o metal, de cavalos que correra mais rápido que o vento e de homens que soubera que o mundo não terminara na matéria.
Este conto nascera dessa tradição, — misturada com ruínas tecnológicas, satélites quebrados e a imaginação de um retro/futuro pós/punk new/agrestino. Porque no universo: “Agrestupinipunk”, o retro/passado nunca morrera. Ele apenas aprendera a usar eletricidade.
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Capítulo I – A Forja Queimada
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