A Astronomia e Mitos visto pela lentes de Filões do PASSADO.: Este livro é um mapa uma convocação.

Por José Roberto

Sobre o livro

PREFÁCIO

Por José Roberto A. Barros

Este livro é um mapa, um relicário e uma convocação.

Não nasceu da imaginação solta, mas das frestas que o tempo deixou abertas — entre monges desertores, arquivos enterrados e estrelas esquecidas nos altares do céu.

A cada página, o leitor sentirá a pulsação de uma outra ordem — não a visível, feita de palácios, religiões e tratados — mas a ordem que governa os tronos invisíveis e os ventres cósmicos.

Foi nesse espaço que o Cavaleiro se ergueu: menino de olhos azuis, filho da luz chamada Neon, orbitando entre os 12 anjos de insumos e as virgens de Júpiter.

Ele não traz espada, mas um selo; não veste armadura, mas um véu de imagens e nomes que jamais foram ditos aos vivos — exceto aos que carregam o eco das trombetas eternas.

Este livro é também uma travessia.

Acompanharás Jean Nussolo, o jovem indígena que ouviu a voz do Camaleão embaixo da árvore de graviola.

Verás a estrela Debarã repousar no umbigo da virgem e o escaravelho acordar nos desertos de Ninf.

Ouvirás o sussurro das seitas escondidas entre os ursos polares e os algoritmos litúrgicos que controlam as escolhas dos homens mais poderosos do planeta.

A flor âmbar revelará que há mais mistério nos olhos da serpente amarela do que nos tratados da ciência.

E quando a estrela Absinto cruzar os céus, compreenderás que o Apocalipse não é o fim, mas o segundo ventre — o lugar onde a criança eterna nasce outra vez.

Esta obra é o segundo volume de uma trilogia. Não se lê apenas com os olhos. É necessário corpo, suor, arrepios, intuição e memória de coisas que não vivemos, mas que nos pertencem.

Pois tudo aqui já foi sonhado antes.

Este livro é um mapa, um relicário e uma convocação.

Não nasceu da imaginação solta, mas das frestas que o tempo deixou abertas — entre monges desertores, arquivos enterrados e estrelas esquecidas nos altares do céu.

A cada página, o leitor sentirá a pulsação de uma outra ordem — não a visível, feita de palácios, religiões e tratados — mas a ordem que governa os tronos invisíveis e os ventres cósmicos.

Foi nesse espaço que o Cavaleiro se ergueu: menino de olhos azuis, filho da luz chamada Neon, orbitando entre os 12 anjos de insumos e as virgens de Júpiter.

Ele não traz espada, mas um selo; não veste armadura, mas um véu de imagens e nomes que jamais foram ditos aos vivos — exceto aos que carregam o eco das trombetas eternas.

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