Zamberelly, Zamberelly…: A saga familiar ítalo brasileira, a existência humana e o cinema italiano. (o Escritor onde o Leitor está… Livro 4)
Por Alexo CamaraTTeSobre o livro
Anos 60. O mundo é testemunha de revoluções comportamentais com aspirações culturais, esportivas, sociais e políticas. O psicodelismo prega o amor livre e o exercício da liberdade de expressão em uma viagem lisérgica.
A música produz ídolos e a filosofia encarnada pela paz e amor. Shows de comoções coletivas em prol de causas fidedignas e solidárias a causa da vida justificam que a união faz a força.
A explosão de manifestações artísticas confirma que o passado é a causa do presente que tem como consequência, o futuro. O imperialismo eleito faz da democracia um feito controlado pelo capital de direito.
1964. O Brasil é vítima da ditadura militar que toma o poder e instaura tempos de terror em todas as classes sociais que manifestassem o direito, garantido na constituição, de exercitar a cidadania.
1965. Nasce o escritor brasileiro que no futuro conquistará o mundo com suas histórias originais ambientadas, sensibilizadas e percebidas a partir de sua existência.
1968. Paris é protagonista de uma revolução comportamental que muda o mundo.
Festivais de música por todo o mundo cantam pela arte e identidade de suas respectivas vidas.
Anos 70. A geração impulsionada pelo slogan: drogas, sexo e rock´n roll realiza, pratica e, especialmente, torna realidade os sonhos alimentados pela geração da década anterior.
Anos 80. O futuro protagonista da literatura vivencia e participa na sua adolescente juventude de movimentos culturais da resistência intelectualizada.
Anos 90. As relações familiares apresentam sérias dificuldades de convivência promovendo conflito de gerações.
Terceiro milênio. O abraço no leito de morte resgata os sentimentos benéficos que serão aprimorados pela eternidade.
A vida continua e o entendimento de que o nosso maior mentor nunca permite um fardo maior de que se possa carregar é a fonte de inspiração para oferecer a face ao provisório inimigo terráqueo.
A arte promovida na solidão encontra na visibilidade de personagens, o aprendizado da delicadeza que clama pelo reencontro do homem com a natureza e a simplicidade da vida intuitiva, cultuada pelo bem, no exercício do livre arbítrio que tem como premissa, o amor ao próximo.
O encontro de gerações revela a saga familiar ítalo brasileira romanceada e entrelaçada pela existência humana com uma declaração de amor ao cinema italiano.
O romance, onde as relações humanas experimentam nos caminhos retos e tortuosos: paixão, sexo, traição e a arte de viver inspirada pelo exercício do amor com respeito a diversidade e a vida pela família.
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