Sobre o livro
Záion
Záion é quase um monólogo. Os diálogos são subentendidos. É o objetivo e o subjetivo dialogando. No objetivo deste monólogo, reside uma história, de uma marcada resistência de Záion, em dialogar com o seu subjetivo.
Záion tem como objetivo de vida, objetivamente, e somente, viver… Até que o subjetivo, objetivamente, cobra o diálogo sempre negado. Mergulhar em Záion, leva o leitor a entrar no quase monólogo, e fazer com Záion, um diálogo. Porque Záion é um grande amigo.
Záion omite diálogos, para que, os diálogos omitidos se transformem em conversas do leitor com Záion. Um romance com perfume. O perfume das almas. Almas do Paraíso, e das almas desta vida. Para sentir os aromas dos perfumes é preciso abrir os frascos.
É preciso abrir os frascos, e abrir o próprio frasco, que contém a própria vida. Se derramar em perfumes. Se derramar. Se der amar. E… aprender a amar o amor. Tem que ter, pra ter o que o amor quer. O amor quer todo o amar.
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