Sobre o livro
Alguma vez você já se perguntou o que acontece com o amor quando a vida exige movimento constante? Em Viagens que a gente não faz por agenda, faz por amor, Monique Evelle narra uma travessia íntima: a de amar quando se vive em continentes diferentes.
Entre fronteiras geográficas e emocionais, a jornalista Monique Evelle revela o cotidiano de quem ama entre oceanos de distância, lidando com a instabilidade da imigração, da exaustão e da sensação persistente de nunca estar inteira em lugar nenhum.
Em Viagens que a gente não faz por agenda, faz por amor, a força cede espaço à fragilidade, e a mulher inabalável dá lugar à que sente, teme, deseja e aprende a habitar o amor em meio à ausência.
Monique aborda a distância, a saudade e a experiência de existir entre aeroportos, malas que nunca se fecham completamente e fusos horários diferentes. Este não é, portanto, o relato dos percalços de um relacionamento à distância, mas uma reflexão íntima sobre pertencimento, vulnerabilidade e o custo emocional de tentar permanecer com o coração quando o corpo precisa partir.
Viagens que a gente não faz por por agenda, faz por amor é um relato sobre separação física, e também sobre o risco e a beleza de continuar escolhendo o outro, mesmo quando tudo ao redor empurra para o desenraizamento. Com sensibilidade única Monique Evelle convida o leitor a pensar o amor como uma cartografia íntima feita de partidas, retornos e, sobretudo, permanências.
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