Sobre o livro
VIAGENS INCERTAS NOS TRENS DE SÃO PAULO: Jururê é um migrante mineiro em busca da sobrevivência na grande São Paulo, morador de Várzea Paulista enfrenta os trens lotados, e a exploração do trabalho em fábricas interessadas somente na mais valia.
E nesta megalópole experimenta a exclusão social, o preconceito, a indiferença e a escravidão moderna. Cumprindo seu papel social nesta engenharia do consentimento, bem estruturada pelo condicionamento pavloviano.
Torna-se mais um invisível na sociedade, neste darwinismo social de um capitalismo o qual existe pela miséria destes seres biológicos escravizados, os quais estão aprisionados na ignorância dentro desta holografia da terceira dimensão.
Nestas viagens incertas nestes trens e em visões remotas, Jururê começa a acordar, sair de seu estado de zumbi. Iniciando uma viagem na consciência expandida, percebe que a morte não é o fim.
Sendo que a energia é matéria e matéria é energia, pois tudo está conectado em um emaranhado quântico entre universos paralelos. Assim mundos se fazem e se desfaz com átomos conscientes, e nestas idas e vindas, Jururê passa pela dupla fenda se extasiando com a percepção que TODOS SOMOS UM.
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