Verdades não Ditas.: A escravidão Branca e submissão Negra.
Por Liares CarvalhoSobre o livro
A doença da escravidão branca durou até a república ao ser instalada devido a revolta dos comerciantes e militares.
As escolas eram privadas e controladas pelos padres, e para aprender teriam que estar sempre nas igrejas, induzindo aos filhos costumes de missas, que na realidade tratava-se apenas de decorações de ladainhas e decorebas, nada substancial a não ser dogmas que contradizem o próprio cristianismo… Se a escravidão era uma “instituição nacional” e “estrutural” na sociedade brasileira, até mesmo a Igreja tinha necessidade da mão-de-obra negra para sua manutenção, utilizando-a em suas fazendas e colégios, “dificilmente as obras jesuíticas poderiam subsistir, já que era vão esperar apoio governamental, apesar dos compromissos do padroado.. Mas, para explicar e justificar esta barbárie em plena modernidade, um conjunto de ideias foi elaborado, baseado na religião e reforçado pela atuação da Igreja em conjunto com os interesses do Estado português.
O fato é que seria difícil para a Igreja assumir uma posição contrária à escravidão negra também, pois a mesma não teria como apresentar uma nova alternativa viável para a colonização em termos de mão de-obra. O interesse português estava relacionado primeiramente aos objetivos mercantilistas de cunho estritamente econômico e a manutenção dos religiosos no país dependia dos repasses financeiros do Estado português que eram sempre insuficientes.
Qualquer questionamento por parte daqueles membros da Igreja que viviam no Brasil, em relação aos mandos e desmandos da Coroa portuguesa, era fortemente reprimido pela mesma.
Se a origem de algumas tribos é mitológica, a de outras têm comprovação científica. Que se transmite dos ascendentes aos descendentes por hereditariedade. Religiosidades, são a causa perpetua para a insanidade e Irracionalidade humana.
Nesta escravidão humana não se percebe a cor da pele, más na exploração da ingenuidade e a necessidade da maioria, implica na sobrevivência do oprimido.
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