Sobre o livro
É possível que a cidade de Passagem tenha existido, com seus problemas e personagens e longe da imaginação Romero Mendonça. Esse personagem seguiu em viagem, com o objetivo de tomar posse de um pedaço de terra, que seu falecido tio lhe deixou como herança.
Aproveitaria quinze dias de férias —, caçando nambus, preás e pescando traíras na tranquilidade dessa terra, que naquele período tem um excelente clima, e um ritmo de festividades, sem igual.
Dessa sorte, ele também desfrutaria dos festejos de São Cristóvão e da festa do padroeiro de Passagem, Santo Inácio de Loyola. Era um dia de sábado.
Contudo depara-se com vários problemas e entre os mesmos, uma tragédia ocorrida pela manhã, entre dois importantes homens desses domínios, e do julgamento de Nazaré Pureza, uma mulher da sociedade que assassinava os maridos, até certo ponto, de modo acidental.
Finalmente se vê diante de quadrilhas de ladrões de gado oriundas de outras localidades, que surgem para assaltar nas caladas da noite, os cofres e economias da pequena vila.
Trata-se de uma obra de ficção, cujo relato obedece ao espaço cronológico abrangendo o período conturbado do mês de agosto de 1954, quando o país estava diante de uma nova crise político-institucional.
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